O nome da banda é ruído/mm (leia-se ruído por milímetro, escreva-se sempre em minúsculas): uma unidade imaginária criada para representar aquilo que não pode ser descrito/verbalizado. Um quadro, uma paisagem: eventos contemplativos. Esta é a comparação e a aproximação que o ruído/mm tenta desenvolver e registrar com suas composições – experimentos e sonoridades estranhas que buscam atingir o ouvinte de maneira sinestésica. O som, indescritível. Uma teia de eventos sonoros explorados à exaustão; experimentais, viscerais, criativos. Calma ou explosiva, a música instrumental do ruído/mm embala os pensamentos e faz mexer o corpo em uma mistura que vai do jazz ao punk, da psicodelia ao pós-rock – e o que mais vier.
Criado em 2003, em Curitiba, o ruído/mm é hoje um dos principais representantes da cena post-rock brasileira. O quinteto ruidoso vem difundindo seu trabalho nas principais casas de shows e festivais dentro e fora do Brasil, como o SXSW (EUA); Coquetel Molotov (PE); Festival Lab (AL); Sinewave Festival (PR); Teatro Paiol (PR); Conexão Vivo (MG); Sesc Pompeia (SP); Festival Macondo (RS), entre muitos outros.
Na web, a banda amplifica seu alcance através de jornalistas, blogueiros e admiradores de dentro e fora do país. Os discos anteriores Série Cinza (Ruído Corporation, 2004), A Praia (Open Field Records, 2008), Introdução à Cortina do Sótão (Sinewave, 2011), Rasura (Sinewave, 2014) e A é Côncavo, B é Convexo (2018).