Com o tema “Mulheres e seus territórios”, o projeto Pautas Sociais pretende dar visibilidade às questões ligadas às mulheres periféricas, através da circulação de saberes e trocas de experiências.
Confira a programação completa:
OFICINA
Bordado: Encontros e narrativas (abordagem do bordado como expressão e confecção de bastidores para venda).
Orientação: Lucinéia Dobrychlop
Datas: 19 e 20/09 – das 14h às 17h
Local: Espaço Mãos Invisíveis
Professora de Arte da Rede Municipal de Curitiba, atuando nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Criadora do Projeto Ofilinha – A Oficina da Linha – onde desenvolve com crianças e pessoas interessadas atividades relacionadas ao fazer manual no uso dos fios, lãs e barbantes. Professora responsável no Atelier Casa da Babuska – Espaço de Convivência e Arte, onde orienta para diferentes atividades artísticas visuais.
RODA DE CONVERSA – MULHERES E SEUS TERRITÓRIOS
Data: 23/09 – 15h
Local: Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 184
O projeto Pautas Sociais Rotas busca oportunizar aos participantes as múltiplas possibilidades de pensar suas práticas, de se reconectar com parceiros e conhecer outros territórios, ampliando o campo de circulação de saberes e fortalecendo a atuação dessas agentes comunitárias em articulação com seus territórios.
Sobre as mediadoras:
Vanessa Lima é Historiadora, fundadora e presidente do Projeto Mãos Invisíveis, integrante do Instituto Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua (INRua) e técnica de acompanhamento no Projeto Moradia Primeiro, projeto piloto de moradia de Curitiba. Pelo INRua, faz parte do desenvolvimento do Guia Nacional do Moradia Primeiro.
Goretti Bussolo é poetisa, fundadora e presidente de honra do Instituto Todas Marias – Políticas para Mulheres da Casa Civil do Paraná. Pós-graduada em Estratégias no Enfrentamento à Violência; especializada em Políticas para Mulheres (UFPR) – Tráfico de Pessoas – (UFMG) – População em Situação de Rua (Uninter). Eleita uma das cinco Marias da Penha de 2017. Escreveu o programa de governo pauta mulher e direitos humanos (Governo atual 2018 e 2023). Comenda por Excelência no Acolhimento à Mulher de 2019.
Jovina Rehn ga é Indígena da etnia Kaingang, escritora, participou da fundação da primeira aldeia indígena urbana do Paraná, a comunidade Kakané-Porã, na região Sul de Curitiba. Para se tornar vice-cacique da aldeia, precisou vencer o preconceito, tornou-se vice-presidente do Conselho Nacional de Mulheres Indígenas e passou a integrar o Conselho Nacional de Segurança Alimentar. Voluntária por um ano e meio na Casa de Passagem Indígena, hoje à preservação de sementes crioulas e a um trabalho de resgate da cultura dos Guarani e dos Kaingang.
Mari Bomba é multiartista, batuqueira, percussionista, ilustradora, estilista, fotógrafa e aspirante a DJ. Atuante na cena cultural de Curitiba é coordenadora regente do Baque Mulher CWB – Movimento de Empoderamento Feminino, que tem como propósito difundir a cultura e tradição do Maracatu e desde 2019 desenvolve seus trabalhos na comunidade do Parolin, sediado no espaço coletivo Colmeia Cultural.
FEIRA DELAS
Data: 24/09 – 15h
Local: Espaço Mãos Invisíveis – Rua Alferes Poli, 592 – Centro
Vendas de produtos artesanais confeccionados pelas participantes dos projetos, como almofadas, chaveiros, bordados, bijuterias e cestarias indígenas.
Poesias com Goretti Bussolo trazendo poemas do grupo Marias São Poesia
Maracatu Baque Mulher Curitiba – Movimento de empoderamento feminino
O Baque Mulher é um grupo de Maracatu que cresceu nacionalmente, composto por mulheres que tocam, dançam e cantam e trazem nas letras o sentimento de luta e resistência cultural. O movimento, sob a orientação de Mestra Joana, manifesta a importância da reflexão sobre assuntos relacionados às mulheres, racismo, intolerância religiosa e machismo. Desde 2019 compõe o Colmeia Cultural, voltado ao atendimento da Comunidade do Parolin com a promoção de cultura dentro da favela.
Informações:
41 3304-2315 – neiva.figueiredo@sescpr.com.br